terça-feira, 17 de abril de 2012

Inclusão de autistas e deficientes mentais nas aulas de Informática

A inclusão de crianças com deficiências em ensinos regulares tanto de escolas públicas quanto das particulares ainda é um assunto novo no mundo todo e no Brasil ainda é mais recente, segundo a Lei nº 10.172, de 9 de Janeiro de 2001, no capítulo 8 garante essa inclusão.
Uma das discussões sobre o assunto é a falta de preparo dos professores que administram todas as matérias em receber esses alunos, junto aos demais alunos que são considerados “normais” e principalmente pelos professores de Informática que precisam lidar com uma sala onde há alunos que possivelmente já tenham contato com o computador em casa e existem alunos na mesma sala, em condições diferentes que precisam de atenção e cuidados mais constantes.
Um dos desafios dessas crianças com autismo e com deficiência mental é conviverem com crianças que não possuem nenhuma síndrome, tendo o apoio e a didática do professor em sala de aula para que essa inclusão aconteça.
Cabe aos educadores a desenvolverem aulas de uma forma mais eficaz e interessante para que possa acolher todos esses alunos de uma maneira mais eficiente e atrativa, já que para um aluno considerado normal a integração tecnológica é um grande atrativo de descobertas e conhecimentos, para alunos com necessidades especiais esse mundo trás uma perspectiva e uma atração em uma proporção muito maior.
Antes desta lei ter sido implantada existia uma barreira já estabelecida pela própria sociedade, em que alunos com deficiências estudavam em escolas especiais, separados dos demais. Com o passar dos tempos foi-se criando preconceitos em relação a essas crianças, portanto além de lidar com as dificuldades do dia a dia nas aulas, lida-se com os preconceitos em relação as crianças com deficiências na sala de aula, tanto os professores de modo geral, os professores de Informática, quanto os alunos.
A inclusão é um trabalho em conjunto entre escolas, professores, pais de alunos e outros membros que possam integrar o grupo escolar. A conversa com os pais também ajuda no desenvolvimento e integração dessas crianças. Saber qual é realmente a dificuldade de aprendizado e a rotina da criança com deficiência ajuda o professor a conseguir integrar melhor esses alunos durante as aulas.


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